Às vezes nos apaixonamos por uma idéia, às vezes por um corpo, ou por um simples olhar. E raras vezes nos apaixonamos por tudo isso junto, e é aí meu amigo, que teremos um problema.
Comecei esse blog por amor. Um amor que não terminou, mas não exatamente começou. E o amor é infinito, e imensurável. Mas insistimos em querer quantificá-lo ou limitar o seu alcance.
Várias vezes na vida tive que tratar o amor como uma estrela. Tive que escolher entre um brilho distante, e constante, ou uma estrela cadente, que com seu calor e brilho intenso pode nos cegar, tirar do eixo, mesmo que por um breve momento.
Já optei por ambos, tenho estrelas brilhantes que estão lá há tempos, quase como um porto seguro onde posso olhar e me sentir bem. Mas já tive incríveis estrelas cadentes, que me queimaram e foram queimadas, e que deixaram cicatrizes, e que valeram cada segundo de sua breve duração.
Seja você quem for na vida de outra pessoa, uma estrela distante, ou uma estrela cadente, aproveite a segurança da distância ou o calor do momento, nunca deixe de amar e se sentir amada, porque em qualquer caso, sempre terá uma história brilhante pra lembrar.






